OCN Kids

O programa “OCN Kids” tem o objetivo de cuidar e resgatar crianças e adolescentes que vivem à margem da sociedade, mostrando-lhes o valor da comunhão entre si, orientando-os num caminho de paz e harmonia.

O programa visa orientá-los a se prevenirem das drogas, do tráfico e da prostituição infantil por meio de palestras, oficinas de teatros, danças, músicas e outra atividades afins.

Entendemos que se trabalharmos com as crianças na tenra idade, poderemos ter adultos mais estruturados, famílias realizadas, comprometidas com Deus e com a sociedade. Diz a Palavra de Deus no livro de Provérbios: “Fazer justiça e juízo é mais aceitável ao Senhor do que sacrifício. (Pv 21.3)”, e encontra relação com o salmista “Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. (Sl 82.3)”.

Não se pode pregar uma vida de justiça se não a praticarmos efetivamente.

Se você sentir em seu coração o desejo de nos ajudar, poderá contribuir com qualquer valor por meio da conta bancária abaixo. Acompanhe aqui no site, relatórios dos programas.

 

Caixa Econômica FederalConta: 4111-7 - Agência: 2392 - Op: 03
Comunidade Evangelística Ouvindo o Clamor das Nações

 
Milton Marques de Oliveira

Milton Marques de Oliveira

Terça, 12 Dezembro 2017 21:21

RECADO

RECADO

“Naqueles dias surgiu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia; e dizia: 2; “Arrependei-vos, porque o Reino dos céus está próximo.”  (Mt 3.1-2)

 

Mateus se declarava publicano, trabalhava na alfândega e cobrava impostos para o Império Romano nas proximidades da cidade de Cafarnaum (Mt 10.3). Foi discípulo de Jesus e atendeu prontamente ao chamado do Mestre sem nenhum questionamento. Escreveu seu evangelho tendo como destinatários os judeus, a quem declarou que Jesus era o Messias que eles esperavam e que Cristo cumpriu em si mesmo as profecias do AT. Mateus deixou registrado que Jesus foi chamado de Filho de Davi, maneira essa como alguns judeus o reconheciam (Mt 21.9).

Os dois versículos acima fazem referência a João, o Batista, que pronunciou a frase que trouxe grande impacto aos judeus. Veja que até a vinda de João, os judeus ficaram mais de quatrocentos anos sem a presença de um profeta falando da parte de Deus para a nação judaica.

Atente que nos dias atuais, muitas pessoas, crentes ou não, possuem muita dificuldade para entenderem a profundidade da palavra arrependimento. Para essas, arrepender-se tem pouco ou quase nenhum significado, pois elas até pronunciam a palavra, mas efetivamente não mudam o comportamento e não mudando, mantem a mesma postura de outrora.

Perceba que antes do nascimento de João, um anjo disse que ele conduziria muitos dos filhos de Israel à conversão a Deus e que ele iria adiante no poder espiritual do profeta Elias, de forma que o povo fosse preparado para Deus (Lc 1.16-17). Noutras palavras, para povo judeu, exímio cumpridor da lei mosaica, era evidente que eles enxergavam a si próprios como exímios cumpridores da lei e, logicamente, sem pecados. Eles se viam orgulhosos por não transgredirem nenhum item da lei contra Deus, e assim, era natural o espanto ao perguntarem por que deveriam se arrepender.  Até mesmo Paulo, então fariseu, se manifestou anos depois desta afirmação de João, o Batista, como zeloso e irrepreensível cumpridor da lei (Fp 3.6).

Atente que o pensamento maior de todo cristão é ganhar a vida eterna com Cristo. Paulo ensinava aos irmãos da comunidade cristã em Corinto a ter esta expectativa de vida eterna de maneira muito clara, dizendo a eles que todos seriam miseráveis se esperassem em Cristo somente nesta vida terrena. Era necessário não perder da mente a promessa de uma vida eterna no céu onde pecado não ocupa entra (2 Co 15.19).

Compreenda que o mais importante nem era a presença física do profeta João, mas justamente a mensagem, ou seja, o recado que ele anunciava. Uma mensagem de arrependimento que ia de encontro ao pensamento dominante dos doutores da lei mosaica, dos fariseus e de todo os judeus que tinham orgulho de serem perfeitos praticantes da lei. Lembre-se que Cristo também anunciou o mesmo recado do arrependimento no início de seu ministério (Mt 3.7; 4.17).

Compreenda que hoje este mesmo recado de arrependimento, de mudança de postura e de mudança de mentalidade está atualíssimo, justamente pelo crescente número de pessoas que não acreditam na vida eterna. Para os judeus daquela época esta conversão de pensamento era um verdadeiro absurdo, pois se achavam pessoas excelentes e perfeitas à luz da lei. Essa perfeição era uma inverdade, tanto que Cristo sabia e condenava a hipocrisia deles pela diferença abissal entre o discurso e as ações que eles praticavam (Mt 23.13). Hoje é a mesma coisa, muitos se acham mais perfeitos que os demais. Pense sobre isso!

Entenda bem que a prática do pecado carrega traz junto as suas consequências, tanto as de cunho natural como aquelas de responsabilidade espiritual. Se as consequências naturais do pecado podem ser solucionadas nesta vida, compreenda que o grande gargalo do pecado é justamente de ordem espiritual, ou seja, a de conduzir a pessoa para longe de Deus e mais perto da perdição eterna. Muito se comenta hoje em dia de um despertamento, de um avivamento no meio cristão, todavia, creia que ele somente virá por meio de um arrependimento genuíno e verdadeiro. Sem mudança de mentalidade não há o que se falar em arrependimento. Reflita isso!

João, o Batista, anunciava àqueles judeus que se aproximava algo novo. A novidade era uma nova relação de aproximação a Deus, perdida com a lei que se mostrou falha quando não conseguiu produzir arrependimento e nem aperfeiçoar espiritualmente (Hb 7.19). Fariseus e saduceus do século I continuaram incrédulos, sem mudarem sua mentalidade e pior, com o orgulho ocupando todo o espaço de seus corações. Sentiam-se perfeitos, como muitos na atualidade.  

Perceba que hoje muitos também ouvem o recado para arrependerem-se, mas não conseguem processar corretamente sua importância como transição para uma efetiva mudança comportamental. O arrependimento é a grande mensagem qualificadora para entrar no reino dos céus. Saiba disso!

Jesus Cristo Filho de Deus os abençoe, sempre!

 

Milton Marques de Oliveira - Pr

Sábado, 09 Dezembro 2017 20:26

09/12/2017 - NATAL "OCN KID'S"

Terça, 05 Dezembro 2017 23:26

MENSAGEM

MENSAGEM

 

“Portanto, caros irmãos, rogo-vos pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”.  (Rm 12.1)

 

A carta aos Romanos, ditada por Paulo e escrita por Tércio foi dirigida a comunidade cristã que estava baseada na cidade de Roma (Rm 16.22). Muito provavelmente aquela comunidade em Roma se consolidou por meio dos novos convertidos que, fugindo das perseguições na Palestina, se estabeleceram na capital italiana. A igreja em Roma já existia por algum tempo quando Paulo escreveu a epístola, muito embora Paulo não os conhecesse e somente teve contato com eles quando desembarcou em Roma, na condição de preso (Rm 1.8; At 28.15).  Dentre os diversos ensinos desta carta, tem-se a justificação pela fé e o conhecimento sobre a redenção de Cristo para toda a humanidade, dentre outros (Rm 2.11).

Na carta, o apóstolo Paulo escreve um grande bloco abordando a vida e o serviço cristão para a glória de Deus. E escreve enfatizando que homem salvo é a grande mensagem da salvação de Cristo para toda humanidade (Rm 12.1-15.13).

Com muita frequência se ouve comentários de terceiros sobre comportamentos individuais de cristãos. Alguns são válidos para o engrandecimento do nome de Cristo principalmente quando o crente apresenta postura digna de um verdadeiro cristão. Todavia, há aqueles que se intitulam cristãos, possuem comportamentos reprováveis e é daí que surgem os comentários negativos que afastam as pessoas do evangelho. Ao cristão, cabe refletir sobre suas atitudes mundo afora numa sociedade permeada pela corrupção e decadência espiritual. Pense nisso!

Paulo, então fariseu convicto, dominava e conhecia bem os rituais judaicos e apresenta bem essa transição sacerdotal em Romanos. Ele mostra que outrora, o sacrifício dos animais com o derramamento de sangue para purificação dos pecados encerrou no sacrifício único de Jesus e agora, o homem, crente e regenerado se torna o sacrifício vivo. Noutras palavras, hoje o cristão é a mensagem viva da graça de Deus ao povo. Essa mensagem é apresentada diuturnamente quando o homem se oferta a Deus, para o cumprimento da vontade dele, em detrimento de suas vontades pessoais.

Compreenda que neste sacrifício vivo, o homem morre para as coisas do mundo e vive para Deus cumprir seus propósitos. O sacrifício vivo é matar os interesses e desejos da carne para que sejam vivificadas as boas obras do Espírito Santo (Gl 5.22). Ou seja, é a escolha de uma nova vida buscando permanentemente a perfeição, de forma que a vontade de Deus seja glorificada e obviamente enxergada por todos.

Resumidamente, perceba que para todos os cristãos de todas as épocas, agradar a Deus é levar uma vida longe das práticas do pecado. Um sacrifício vivo e agradável a Deus é apresentar comportamento e postura dentro dos parâmetros éticos cristãos. É morrer para o mundo, vivendo para Cristo (Rm 6.11). Paulo alertava aos irmãos romanos que todo o corpo deveria ser apresentado como oferta a Deus, assim, todo entendimento, pensamento e todas as áreas da vida deveriam estar sob a vontade e o domínio de Deus (Tg 4.7). 

Embora muitos se intitulam cristãos, atente que estão longe de apresentarem-se como “a mensagem” da graça de Cristo para as pessoas. Suas atitudes são reprováveis e seus comportamentos mais se assemelham aos dos incrédulos. Guardam rancor, em vez de perdoarem. Desejam o mal para o próximo, falam mentiras e desconhecem o que seja justiça. São construtores de contendas, desavenças, visam os seus próprios interesses e não pregam a paz. Enfim, com estas atitudes não se prestam mesmo a ser a mensagem da graça. Reflita”

Lembre-se que no AT os sacrifícios dos animais com a consequente queima da gordura, subiam como cheiro suave ao Senhor e os animais deveriam ser puros e sem defeito (Lv 1.3; 9). Muito embora essa característica de estar puro e ser perfeito seja a busca diária do cristão, entenda que o sacrifício vivo é a busca constante pela santidade, e essa busca passa necessariamente pela separação do mundo e de suas concupiscências. Entenda que se no AT Deus não aceitava um animal impuro, renunciar ao mundo e suas práticas nos dias atuais são antes de tudo dar prioridade às coisas espirituais em detrimento da vontade pessoal (Sl 28.7).

Compreenda assim, a importância da separação do cristão para o próprio Deus. Isso significa a busca constante pela perfeição nos comportamentos, nas atitudes e na maneira de viver, aproximando-se de Deus e se afastando do pecado (1 Pe 1.15).  Saiba que cultuar racionalmente a Deus é o homem se ofertando em sacrifício vivo, de maneira que os propósitos de Deus se façam cumprir em sua vida. Lembre-se que por onde caminhar, o homem pode ser uma mensagem viva e ambulante da graça e do amor de Deus, ou não. Amém?

Jesus Cristo Filho de Deus os abençoe, sempre!

 

Milton Marques de Oliveira - Pr

Terça, 28 Novembro 2017 23:39

EXPECTADOR

EXPECTADOR

“porque sei que isto me resultará em salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo” (Fp 1.19)

 

A carta aos Filipenses foi escrita pelo apóstolo Paulo quando ele estava preso em Roma e a igreja na cidade de Filipos já estava constituída (Fp 1.7). Consta que Paulo visitou a cidade de Filipos durante sua segunda viagem missionária (At 16.12). Foi também em Filipos que por meio da mensagem de Paulo, houve a conversão da vendedora de púrpura de nome Lídia, e também do carcereiro junto com seus familiares (At 16.14-34). O conteúdo da carta aos Filipenses mescla ensino, advertência e ações de graça àquela comunidade cristã que não mediu esforços no sentido de auxiliar o apóstolo com a doação de recursos para o seu sustento, ou seja, era uma comunidade que se preocupou com o bem estar de Paulo e por analogia, se preocupava com os demais (Fp 1.5; 4.14-18). Pense nisso!

O versículo acima está contextualizado especificamente na esperança de livramento nas adversidades, nas lutas e nas batalhas espirituais, e num contexto mais abrangente, aborda a vida cristã em unidade no corpo de Cristo (Fp 1.8-19).

Com muita frequência se percebe no meio cristão a presença de pessoas que vivem alheias ao que se passa com as demais. Não que se exija que todos sejam sabedores sobre tudo na vida de outras pessoas, mas grosso modo, que se possa conhecer algo para auxiliar o próximo pelo menos em oração.

Atente que o apóstolo Paulo, na carta que escreveu para a igreja em Corinto, fazia um comparativo da igreja de Cristo à semelhança do corpo humano, ou seja, assim como o corpo é formado de muitos membros e entre estes, há vínculos que sustentam o corpo como todo (2 Co 12.12-26). Saiba que na composição da igreja, há pessoas de diferentes profissões, diferentes níveis intelectuais, diferentes culturas e logicamente diferentes progressos de maturidade cristã (1 Co 10.17). Compreenda que uns ainda são crianças na fé e outros estão bem mais crescidos, já são mestres (Hb 11.12; 1 Pe 2.2) . No conjunto de pessoas que integram uma igreja, pode-se até citar outras diferenças, todavia, elas são desprezíveis quando se analisa a capacidade que todos devem possuir de amar o próximo a ponto de ajudá-lo na caminhada cristã. Reflita sobre isso!

Aqueles irmãos da cidade de Filipos estavam preocupados com a situação do apóstolo Paulo e como parceiros no evangelho, entenderam que deviam lutar juntos pela mesma fé, pela salvação e vida eterna. Eram pessoas diferentes uns dos outros, mas quando se posicionavam dentro da graça de Deus, se tornavam parceiros dentro do corpo da comunidade e não como meros expectadores da vida alheia.  

Perceba nos dias atuais a ausência desta parceria entre os crentes em Cristo. Passados mais de dois mil anos, saiba que as mesmas características em termos de diversidade de pessoas das comunidades cristãs do século I, são encontradas nas igrejas atuais. Hoje há uma gama considerável de pessoas totalmente diferentes umas das outras, em diversos níveis e infelizmente uma grande parte pode ser identificada pela postura extremamente competitiva. É como se o céu tivesse capacidade limitada e um irmão disputasse a vaga com outro!   Reflita seriamente sobre isso!

Hoje muitos ficam vigiando para descobrir quem será o próximo a cair em pecado, quando deveriam deixar de ser guarda da vida alheia para atuar como parceiro, para abraçar em oração, para interceder de maneira que o outro seja revestido e cheio do conhecimento, de forma a resistir às investidas do diabo e desta maneira, não ficar para trás nesta corrida (Hb 4.1). Paulo tinha os filipenses como parceiros na caminhada cristã e combatia em oração por todos. Faça um comparativo sobre nisso nos dias atuais e deixe-se surpreender pela acirrada competição que parece não ter fim (Cl 1.9).

Compreenda que ser parceiro no evangelho é levar a vida dentro do contexto cristão, amando e cuidando do próximo, cumprindo fielmente o que o próprio Cristo ensinou: “amar o próximo como a ti mesmo” (Mc 12.31). Noutras palavras, implica permanecer unidos como os mochileiros em terras estranhas, certos de que como cidadãos do céu, os cristãos devem caminhar por aqui ombreando uns com os outros. Orando, suplicando e compartilhando os bons e maus momentos. Pense nisso, seja sócio, seja parceiro e não mero expectador, amém?  

Jesus Cristo Filho de Deus os abençoe, sempre!

 

Milton Marques de Oliveira - Pr

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